quarta-feira, janeiro 21, 2004

E há noites em que me sinto trêmula.

E meu coração se aperta
E pareço desaparecer em uma
Bruma cada vez mais densa.

Como se fosse condenada
A padecer de um mal
Eterno.
Condenada, pouco a pouco
A devanecescer.

Em alguns minutos
Minhas mãos gelam
E é como se eu estivesse em meio
aos icebergs.

E nestas noites, sinto saudade.

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