segunda-feira, fevereiro 21, 2005

cinema-ficção

É sentir tristeza quando a vida não é sua, mas tá na tela grande.

(e chorar desesperada, e sorrir desenfreada com as cenas)
Los Hermanos é uma banda bem legal mesmo, né?
Você me leva pra plantar uma Araucária, mesmo sendo proibido, e eu te conto histórias bobas e pequenas de minha adolescência.

Você me conta suas risadas, e eu te conto das minhas poesias, crises internas de ciúme.

Você me faz uma massagem nas costas, eu sorrio de leve, prenso os lábios com carinho, escrevo um samba de mansinho.

E a gente vai levando esse amor simplezinho...

Inventando línguas e códigos de nós dois.

domingo, fevereiro 20, 2005

increve-se em mim
como a tatuagem
(que nunca fui fazer)

inscreve-se
e não parte
não vai.

inscreve-se
com o peito aberto,
escreve.
Brincando com palavras

Entrego minh'alma
e Soul mais dançante.

sábado, fevereiro 19, 2005

ainda, Jamie Cullum:

I remember you and I start to smile...
declaração de amor by jamie cullum

Sure I know you’d like to have me
Talk about my future
And a million words or so to fill you in about my past
Have I sisters or a brother
When’s my birthday how’s my mother
Well my dear in time I’ll answer all those things you ask

But for now I’ll just say I love you
Nothing more seems important somehow
And tomorrow can wait come whatever
Let me love you forever but right now
Right now

Some fine day when we go walking
We’ll take time for idle talking
Sharing every feeling as we watch each other smile
I’ll hold your hand you’ll hold my hand
We’ll say things we never had planned
Then we’ll get to know each other in a little while

But for now let me say I love you
Later on there’ll be time for so much more
But for now meaning now and forever
Let me kiss you my darling then once more
Once more

But for now let me say I love you
Later on I must know much more of you
But for now here and now how I love you
As you are in my arms I love you
I love you
I love you

sexta-feira, fevereiro 18, 2005

mudança

se teço-me
em poesia

é porque, agora
entendo meu nome.

*que clama, bem baixinho
pelo seu*

quinta-feira, fevereiro 17, 2005

Reedição

Queria que fosse tudo bom, como um sonho, flutuando nas nuvens. Aí, lembro de Nuvoleta.

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Pois então. Voltei pro branco. Sou muito mais branco.

segunda-feira, fevereiro 14, 2005

Quero uma casa pequenina, com as paredes verdes. Uma casa pequenina, um jardim, um cajuzeiro... uma casa de paredes verdes, e cortinas leves. Uma casa pequenina, que caiba nós dois, nossos cds e livros. Quase uma casa no campo, na voz de Elis.

Quero, para que quando a noite chegue, a gente se aprochegue.

(amo)
saudade

o meu olhar (que suspira)
é quase olhar de santa.
não é falso,
nem engana.

meu olhar,
é um olhar baldio (quando longe)
e olhar sutil (quando perto).

meu olhar,
é uma hora, apaixonado
(e como Cecília)
na outra hora, também.

meu olhar (quando longe)
é resquício do sorriso
do prensar o lábio levemente
com os dentes.

meu olhar é quase
como santa...
mas se esbalda de beleza.

meu olhar é cheio de sentido, quando vejo seus olhos nos meus

quarta-feira, fevereiro 02, 2005

Voltei de Porto Alegre.

A cidade é feia, mas é legal. =D

e tudo foi bastante divertido...

segunda-feira, janeiro 24, 2005

Nós

E se pichamos de
açúcar
os muros de nossa prisão
Não permito à chuva
lavar o trabalho
de nossas mãos!

sábado, janeiro 22, 2005

desejo II

Quero que
como num sonho bom
possa me perder
e me achar
quando encontrar a ti.

Quero sentir
os batuques de meu coração
e ter rima
em nossa poesia
que se constróe
a todo momento.

Quero deitar
numa noite fria
e saber
ter certeza
de que o que virá
será nós dois

Flutuando no acaso
do mundo.
Então, tou indo viajar segunda-feira e volto dia 2/2. até lá, acostumem-se com a poesia ruim já escrita. =*

sábado, janeiro 15, 2005

dúvida

ciborgue
ou robô?

humano
ou dor?

segunda-feira, janeiro 10, 2005

Faço, nas margens dos meus caderninhos de poemas, uma coletânea

de nós dois.

De um diálogo infinito.
samba

decidi, há algum tempo
que o som de minha voz
seria o ritmo
de meu andar.

criei, então,
letras fáceis
de cantarolar,
para que, minha voz grossa
- e desafinada -
fosse capaz de acompanhar.

decidi,
há algum tempo
que seria batuque.
e seria som.

seria mais do que
minha dor no peito
mais que minha alma crua.

seria samba
do mais simples.

domingo, janeiro 02, 2005

sinto todos os cheiros que nos marcaram, e todas as flores que se desmancharam... mas vivo, e vivo as lágrimas que fazem leito em minha face, como um rio.
e ouço todos os discos, agora quebrados...