A vida amorfa
Calada
Sopra, dedilhando sobre o catavento que nunca gira.
A vida que não se cansa não me pergunta mais qual minha dor
Não quer saber
Se sinto
morro
sofro.
A vida morta
Chora.
As lágrimas azuis e rosas escorrem pela face negra apodrecida
Que não dói
A ferida murcha.
A vida mentirosa em contou da fonte
Mas ela já secou.
quarta-feira, janeiro 29, 2003
terça-feira, janeiro 28, 2003
domingo, janeiro 26, 2003
sábado, janeiro 25, 2003
sexta-feira, janeiro 24, 2003
quarta-feira, janeiro 22, 2003
Eu não entendo ainda o que faz com que as pessoas façam chantagem emocional com coisas que não se encaixam nos assuntos.
Tenho certeza de que se você tem alguma mágoa, não é por causa de blog, até porque tudo que se fala aqui, a não ser seus comentários que não fala na cara, eu digo pessoalmente. Por que você lê quem odeia, e isto é que é estranho.
Tudo bem, infelizmente eu não posso te banir de entrar em páginas na internet.
Quanto aos "xingamentos", estou pedindo desculpas, não porque eu ache que você não é tudo o que sabe que é, mas por ter falado pra todo mundo que lê isso aqui que você não é a melhor pessoa do mundo. Ninguém é obrigado a saber seus defeitos por mim. Você mesma mostra.
Desculpa por falar "publicamente" o quanto você é prepotente. Mas em algumas horas não dá pra evitar.
Minha mãe falou pra eu te pedir desculpas. Afinal você não é minha inimiga, ou não deveria ser, mesmo que também não seja amiga. Estão pedidas. E não precisa desculpar, não me arrependo de nada que já te falei, mas você não merece ser envergonhada só porque não consegue entender que o mundo não é propriedade sua.
Tenho certeza de que se você tem alguma mágoa, não é por causa de blog, até porque tudo que se fala aqui, a não ser seus comentários que não fala na cara, eu digo pessoalmente. Por que você lê quem odeia, e isto é que é estranho.
Tudo bem, infelizmente eu não posso te banir de entrar em páginas na internet.
Quanto aos "xingamentos", estou pedindo desculpas, não porque eu ache que você não é tudo o que sabe que é, mas por ter falado pra todo mundo que lê isso aqui que você não é a melhor pessoa do mundo. Ninguém é obrigado a saber seus defeitos por mim. Você mesma mostra.
Desculpa por falar "publicamente" o quanto você é prepotente. Mas em algumas horas não dá pra evitar.
Minha mãe falou pra eu te pedir desculpas. Afinal você não é minha inimiga, ou não deveria ser, mesmo que também não seja amiga. Estão pedidas. E não precisa desculpar, não me arrependo de nada que já te falei, mas você não merece ser envergonhada só porque não consegue entender que o mundo não é propriedade sua.
terça-feira, janeiro 21, 2003
segunda-feira, janeiro 20, 2003
Eu não queria me olhar no espelho, nem olhar pela janela,
Saberia que os céus caem em lamas negras
Maremotos ilusórios
Vidas partidas
Em suicídios maciços.
Eu não quero cair nas minhas mãos
Notar minha carne podre, ainda viva.
Se eu conseguisse fugir da minha dor igual a de outros
Seria mais uma humana sem noção de mim.
Saberia que os céus caem em lamas negras
Maremotos ilusórios
Vidas partidas
Em suicídios maciços.
Eu não quero cair nas minhas mãos
Notar minha carne podre, ainda viva.
Se eu conseguisse fugir da minha dor igual a de outros
Seria mais uma humana sem noção de mim.
sábado, janeiro 18, 2003
Todos os eus retornam para mim
Se voltam para um mestre dos nadas
Inteiros, completos
Inúteis nadas.
Todos os eus se emboscam na mesma busca
Ao encontro das almas alardeadas
Solitárias
Buscam suas respectivas
Personas perdidas.
Grandes eus que se fragmentam em um único feixe de vazio
Se voltam para o céu de luzes claras
Que não mostra a verdade.
Se voltam para um mestre dos nadas
Inteiros, completos
Inúteis nadas.
Todos os eus se emboscam na mesma busca
Ao encontro das almas alardeadas
Solitárias
Buscam suas respectivas
Personas perdidas.
Grandes eus que se fragmentam em um único feixe de vazio
Se voltam para o céu de luzes claras
Que não mostra a verdade.
Está saindo finalmente. Só faltam os textos, fotos, poemas e contribuições que nenhum de vocês me mandou ¬¬.
Nem mocinhos, nem bandidos. Somente vítimas.
Nem mocinhos, nem bandidos. Somente vítimas.
