O problema é que eu quero tudo ao mesmo tempo em que quero nada!
Aí fico no eterno vem e vai, dança não dança, chora pra sempre, que me enlouquece.
Essas vontades de ser livre e de possuir tudo, não combinam!
domingo, novembro 30, 2003
Hoje eu queria viver num mundo de fantasias que não sejam as minhas amargas. Repleta de dias vazios, eu só ando chorando e chorando, e vendo que tudo se acumula em cima de mim como se eu fosse um porta-casacos.
Hoje eu só queria ver o mundo sem a tela que me separa dos outros, me imbricar em todos os seres interessantes, viver sentimentos que não são estes meus bobos e feitos de açúcar!
Hoje eu só queria ver o mundo sem a tela que me separa dos outros, me imbricar em todos os seres interessantes, viver sentimentos que não são estes meus bobos e feitos de açúcar!
sábado, novembro 29, 2003
sexta-feira, novembro 28, 2003
Pra você:
Diálogo
Minhas palavras são a metade de um diálogo obscuro
continuando através de séculos impossíveis.
Agora compreendo o sentido e a ressonância
que também trazes de tão longe em tua voz.
Nossas perguntas e respostas se reconhecem como os olhos dentro dos espelhos. Olhos que choraram.
Conversamos dos dois extremos da noite,
como de praias opostas. Mas com uma voz que não se importa...
E um mar de estrelas se balança entre o meu pensamento e o teu.
Mas um mar sem viagens.
Cecília Meireles
Diálogo
Minhas palavras são a metade de um diálogo obscuro
continuando através de séculos impossíveis.
Agora compreendo o sentido e a ressonância
que também trazes de tão longe em tua voz.
Nossas perguntas e respostas se reconhecem como os olhos dentro dos espelhos. Olhos que choraram.
Conversamos dos dois extremos da noite,
como de praias opostas. Mas com uma voz que não se importa...
E um mar de estrelas se balança entre o meu pensamento e o teu.
Mas um mar sem viagens.
Cecília Meireles
quinta-feira, novembro 27, 2003
quarta-feira, novembro 26, 2003
E todos os cortes nunca cessarão de sangrar!
Fico aqui, encolhida no meu cantinho, escutanto músicas que me lembram dias queridos, me lembrando de cada movimento seu, de sua cor, de seus olhos, de seus sonhos, de minhas tristezas, de suas mãos perfeitas, de dedos longos e unhas muito mais bonitas que as minhas, seus lábios que estou sempre mordendo, suas dúvidas que eu estou sempre desfazendo e você refazendo, e penso em quantos momentos temos juntos, e quanto ainda vamos ter, e todos os copos que eu deixei de sujar, e todas as lágrimas que derramei e tiveram um colo onde secar, e penso como os desejos nunca são os mesmos, mas que eu amo e amo e amo e me confundo, e a negritude das noites só me lembram seu jeito e seu calor e minha dor se aflora, enlouqueço! Choro e sorrio, tudo ao mesmo tempo, enquanto sorrio e sorrio e choro de frio!
Fico aqui, encolhida no meu cantinho, escutanto músicas que me lembram dias queridos, me lembrando de cada movimento seu, de sua cor, de seus olhos, de seus sonhos, de minhas tristezas, de suas mãos perfeitas, de dedos longos e unhas muito mais bonitas que as minhas, seus lábios que estou sempre mordendo, suas dúvidas que eu estou sempre desfazendo e você refazendo, e penso em quantos momentos temos juntos, e quanto ainda vamos ter, e todos os copos que eu deixei de sujar, e todas as lágrimas que derramei e tiveram um colo onde secar, e penso como os desejos nunca são os mesmos, mas que eu amo e amo e amo e me confundo, e a negritude das noites só me lembram seu jeito e seu calor e minha dor se aflora, enlouqueço! Choro e sorrio, tudo ao mesmo tempo, enquanto sorrio e sorrio e choro de frio!
terça-feira, novembro 25, 2003
Para meu amor, quando me ver passar
Sem rumo, assim.
Se te amo e sempre digo
Se não quero ouvidos
Só sei te amar desse jeito meu,
Tolinho.
And the embers never fade
in my city by the lake
The place where I was born
As the wind-up toys wind down
Muffling the sound of a life hidden underground
Believe, believe in me
Believe
That you can change, that you're not stuck in vain
We're not the same, we're different tonite
We'll the crucify the insincere tonite
We'll make things right, we'll feel it all tonite
The impossible is possible tonite
Believe in me like I believe in you tonite
Sem rumo, assim.
Se te amo e sempre digo
Se não quero ouvidos
Só sei te amar desse jeito meu,
Tolinho.
And the embers never fade
in my city by the lake
The place where I was born
As the wind-up toys wind down
Muffling the sound of a life hidden underground
Believe, believe in me
Believe
That you can change, that you're not stuck in vain
We're not the same, we're different tonite
We'll the crucify the insincere tonite
We'll make things right, we'll feel it all tonite
The impossible is possible tonite
Believe in me like I believe in you tonite
segunda-feira, novembro 24, 2003
domingo, novembro 23, 2003
Pra quem não conseguir ler na figura!
Todas as pessoas se foram!
Todas as dores se dispuseram em mim!
Minha solidão ultrapassa o tamanho de meus braços,
E eu, sozinha com lágrimas maiores que meus olhos
Sento à porta e espero a chuva acabar.
mas as gotas nunca param de cair, e eu olho e olho e paro!
De repende me dou conta de que nada disso tem sentido
Nada disso tem um propósito!
Mentiram! Liars!
Escarro, dor, sofrimento, amor, calor, bebidas, sonhos
Casinhas de papelão molhado com lágrimas eternas que nunca param de cair
Sorrisos parcos de sentimentos ilusórios!
Poemas sórdidos de dias alcoolizados
Porque o que eu sempre quis foi conseguir
Eu consegui ser tudo isso
Um bocado de nadas para pessoas tão sem sentido quanto eu
Lerem bobeiras jogadas com meninos e elefantes.
Um monte de conselhos agudos e amores fajutos e letras que ninguém vai enxergar
Porque todas as fontes, e todas as cores
Nunca existiram para me agradar!
Eu sou um monte de coisas inóspitas
De sujeiras soltas
De poeira que não vai a lugar algum.
Eu sou um monte de palavras cruéis
Feitas de manteiga!
Todas as pessoas se foram!
Todas as dores se dispuseram em mim!
Minha solidão ultrapassa o tamanho de meus braços,
E eu, sozinha com lágrimas maiores que meus olhos
Sento à porta e espero a chuva acabar.
mas as gotas nunca param de cair, e eu olho e olho e paro!
De repende me dou conta de que nada disso tem sentido
Nada disso tem um propósito!
Mentiram! Liars!
Escarro, dor, sofrimento, amor, calor, bebidas, sonhos
Casinhas de papelão molhado com lágrimas eternas que nunca param de cair
Sorrisos parcos de sentimentos ilusórios!
Poemas sórdidos de dias alcoolizados
Porque o que eu sempre quis foi conseguir
Eu consegui ser tudo isso
Um bocado de nadas para pessoas tão sem sentido quanto eu
Lerem bobeiras jogadas com meninos e elefantes.
Um monte de conselhos agudos e amores fajutos e letras que ninguém vai enxergar
Porque todas as fontes, e todas as cores
Nunca existiram para me agradar!
Eu sou um monte de coisas inóspitas
De sujeiras soltas
De poeira que não vai a lugar algum.
Eu sou um monte de palavras cruéis
Feitas de manteiga!
Acho que ficou pronto. Tá tudo certo aí?
Falem o que acharam, porque eu já esqueci tudo de html.
Como vocês notaram, o esquema de links mudou. Agora vcs clicam em "links" e meus links aparecem em outra página, pq eu sou burra o suficiente pra não conseguir arrumá-los do jeito que queria no blog.
Se não estão satisfeitos, problema. =P~
E leiam, forcem os olhos e leiam, o que está na figura.
Falem o que acharam, porque eu já esqueci tudo de html.
Como vocês notaram, o esquema de links mudou. Agora vcs clicam em "links" e meus links aparecem em outra página, pq eu sou burra o suficiente pra não conseguir arrumá-los do jeito que queria no blog.
Se não estão satisfeitos, problema. =P~
E leiam, forcem os olhos e leiam, o que está na figura.
